Do kids make you happy?

A whole host of studies say they don’t, so why do we keep having them?

Our Childfree By Choice friends are going to eat this up, but I feel it is my duty to share with you a recent story in Newsweek magazine examining whether children make parents happy. Here is the full story. Here are some highlights for the speed read:

Author Lorraine Ali reports in her story:

“In Daniel Gilbert’s 2006 book ‘Stumbling on Happiness,’ the Harvard professor of psychology looks at several studies and concludes that marital satisfaction decreases dramatically after the birth of the first child—and increases only when the last child has left home. He also ascertains that parents are happier grocery shopping and even sleeping than spending time with their kids. Other data cited by 2008’s ‘Gross National Happiness’ author, Arthur C. Brooks, finds that parents are about 7 percentage points less likely to report being happy than the childless.”

“ ‘Parents experience lower levels of emotional well-being, less frequent positive emotions and more frequent negative emotions than their childless peers,’ says Florida State University’s Robin Simon, a sociology professor who’s conducted several recent parenting studies, the most thorough of which came out in 2005 and looked at data gathered from 13,000 Americans by the National Survey of Families and Households. ‘In fact, no group of parents—married, single, step or even empty nest—reported significantly greater emotional well-being than people who never had children. It’s such a counterintuitive finding because we have these cultural beliefs that children are the key to happiness and a healthy life, and they’re not.’ “

“In pre-industrial America, parents certainly loved their children, but their offspring also served a purpose—to work the farm, contribute to the household. Children were a necessity. Today, we have kids more for emotional reasons, but an increasingly complicated work and social environment has made finding satisfaction far more difficult.”

“The majority of American parents now work outside the home, have less support from extended family and face a deteriorating education and health-care system, so raising children has not only become more complicated—it has become more expensive.”

The author concludes: “Parents still report feeling a greater sense of purpose and meaning in their lives than those who’ve never had kids. And there are other rewarding aspects of parenting that are impossible to quantify. For example, I never thought it possible to love someone as deeply as I love my son.”

União Européia se preocupa com turismo reprodutivo

União Européia | 29.07.2008

Trinta anos após médicos britânicos entrarem para a história da medicina com o primeiro bebê de proveta, falta de leis que padronizem os tratamentos de fertilidade nos países da UE faz crescer riscos.

O 30º aniversário de Louise Brown, comemorado na sexta-feira (25/07), continua a trazer esperança a casais inférteis do mundo inteiro, que recorrem a técnicas de reprodução assistida. Desde Brown, cerca de 3,5 milhões de bebês vieram ao mundo através desta técnica e pelo menos 200 mil nascem a cada ano.

Louise Brown, primeiro bebê de proveta do mundo, Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Louise Brown, primeiro bebê de proveta do mundo,

Porém na Europa, a ocasião do aniversário de Brown também traz à tona a crescente preocupação entre especialistas da área com relação ao turismo reprodutivo.

Casais buscam tratamento em outros países

A enorme diferença entre os tratamentos de fertilidade dentro da Europa, a abertura das fronteiras e os vôos baratos têm servido como uma alavanca para o assim chamado turismo reprodutivo. De acordo com os especialistas, cada vez mais casais sem filhos burlam as leis sobre reprodução de um país, voando para outro, onde as leis sejam mais liberais.

Algumas técnicas de reprodução assistida legalizadas por certos países da União Européia são restritas ou até mesmo proibidas em outros lugares, e medidas de segurança introduzidas em certas partes da Europa são sistematicamente violadas em outras.

Um exemplo claro de discrepância entre procedimentos percebe-se em casos como o congelamento de embriões, doação de óvulos e a seleção embrionária para a prevenção de doenças genéticas. Tais métodos são proibidos na Alemanha e na Itália, o que faz com que casais destes países viajem para o Reino Unido, a Espanha ou a Bélgica, onde o uso destas técnicas é permitido.

Alto custo dos tratamentos: outro fator decisivo

Em 2004, o governo alemão decidiu que casais inférteis que queiram fazer uso de técnicas de reprodução assistida devem arcar com 50% dos custos. Os seguros de saúde só assumem a outra metade nas primeiras três tentativas.

O custo destes procedimentos é outro fator que leva os casais a, por exemplo, países do Leste Europeu, que acabou por se tornar o destino favorito de estrangeiros em busca de tratamentos de inseminação artificial.

A República Tcheca é o país da UE que conta com a legislação mais liberal, praticamente todos os tipos de tratamentos são permitidos no país: doação de óvulos, doação de esperma, doação embrionária, fertilização in vitro (FIV), micro injeção (ICSI), cultura embrionária, diagnóstico genético pré-implantação (DGPI)

“Recebemos norte-americanos, cada vez mais russos, escandinavos, alemães, austríacos e mesmo um grupo de israelenses acompanhados de um rabino” disse Ladislav Pilka, médico responsável por uma clínica de fertilização em Zlin, próxima a Praga, à agência AFP, no começo deste ano.

Em algumas agências de turismo é possível adquirir pacotes para “férias de fertilização in vitro“, que variam de acordo com o procedimento escolhido pelo casal e também oferecem passeios em pontos turísticos ou em spas terapêuticos, atrações opcionais.

Risco à saúde.

Fertilização 'in vitro' pode causar gravidez de múltiplos nas pacientesBildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Fertilização ‘in vitro’ pode causar gravidez de múltiplos nas pacientes

Especialistas alertam que a falta de uma regularização comum entre os 27 países da União Européia compromete a segurança de muitos casais que acabam por correr riscos enormes em clínicas não adequadas. A maior das preocupações está, justamente, no procedimento mais popular: a FIV

Este procedimento envolve a retirada cirúrgica de óvulos do útero da mulher, que depois são fertilizados, em laboratório, com esperma. O melhor embrião é então implantado de volta no útero.

Um dos maiores riscos é o número de embriões que podem ser re-implantados. Enquanto na Escandinávia e no Reino Unido apenas um, no máximo dois embriões são permitidos, em outros países não há um limite. Assim as chances de uma gravidez múltipla, que pode trazer riscos à saúde tanto da mãe como dos bebês, aumentam.

“Infelizmente, as pacientes muitas vezes retornam de tais países grávidas de múltiplos” disse à agência Reuters Françoise Shenfield, especialista em fertilidade da Universidade de Londres e membro da Sociedade Européia de Embriologia e Reprodução Humana (ESHRE)

Grupos de ética bem como especialistas em fertilidade pressionam a Comissão e o Parlamento Europeu para que leis que regem tais tratamentos sejam uniformizadas e comuns a todos os 27 países integrantes da União Européia.

“O direito de casais inférteis à reprodução e ao acesso à tecnologia de reprodução assistida deve ser preservado em legislações similares por toda a Europa, como parte de uma estratégia unificada para a infertilidade humana”, declarou ao The Times Paul Devroey, presidente da ESHRE.

DW (sp/gr)

Vivendo positivamente sem filhos

Muitos dos casais inférteis querem ter filhos. Felizmente, muitas vezes de surpresa, graças a tratamentos com os modernos métodos da medicina moderna, Deus concede essa benção a muitos desses casais.

Para os que são incapazes de terem filhos biológicos, adotar uma criança pode vir a ser um privilégio. Entretanto, um significante número de casais não obtêm sucesso em tratamentos e a adoção, que é um excelente caminho para uns pode não ser uma estrada na qual outro tipo de casal queira seguir. Pode, então, haver felicidade para casais sem filhos? Podem famílias compostas somente de 2 pessoas serem completas? Nós acreditamos que sim!

Tomando a decisão de viver positivamente sem filhos nunca é fácil. Muitos casais que nos escrevem falam sobre a agonia sobre a decisão de continuarem sem filhos. Karen, redatora da Stepping Stones, escreve: “Por causa do fator econômico ser tão forte na nossa vida social hoje, somos incapazes de pensar no futuro sem levar em consideração as despesas associadas a ele. Nós constatamos que temos tocar nossas vidas sem crianças. Todo dia eu ainda penso porque Deus escolheu essse caminho para mim e meu marido. Essa é uma questão para a qual nunca terei resposta, certamente. Mas uma coisa que me conforta é pensar que se me foi dado esse fardo para carregar, então eu vou seguir com ele. Deus não me abençoou com filhos mas me abençoou com inúmeras outras coisas.”

Não há nada de imoral em escolher viver a vida positivamente sem crianças. Se você não é capaz de ter filhos biologicamente ou não sente que a adoção seja um caminho, por favor lembre-se: não há nada de errado com um casal infértil que queira seguir a vida a dois.

Mas, esteja preparado! Vão haver aqueles que vão dizer: “Você não pode desistir de ter filhos. Deve haver alguma coisa que os médicos possam fazer!”

Não permita que ninguém faça você se sentir culpado por não ter filhos. Resista à influência de amigos para que sigam tratamentos médicos quando você e sua mulher já atingiram seus limites econômicos ou psicológicos.

Outros vão dizer a vocês: “Eu não posso imaginar como vocês podem viver numa casa tão grande sem crianças. Por que vocês não adotam?”

Como somos pais adotivos, nós acreditamos que a adoção é uma opção maravilhosa. Nós acreditamos que foi um plano de Deus para nós formar uma família através da adoção.

Mas adoção não é para todos. É um chamado.

Por favor, não adote uma criança só porque pessoas pensam que é o que vocês deviam fazer. Também não adotem uma criança por culpa, pensando que têm de prover uma criança pobre de um lar. Fazendo isso, não será bom para a criança nem para vocês.

Ao contrário do que dizem, Deus nunca indicou que crianças são um requisito necessário para a felicidade ou realização no casamento. Nas primeiras páginas do Gênesis, Deus declara: “O homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua esposa para se tornarem um só corpo.” Há um ponto no final desta frase! Um marido cristão e sua mulher poderão se completar e continuar a serviço do Senhor com ou sem filhos.

Nós não estamos sugerindo que um casal sem filhos negue a si mesmo a dor e o sentimento de exclusão social que a não concepção pode trazer. Mas o casal sem filhos que se ama e quer continuar junto não pode deixar que a dor o domine. O casal cristão não pode permitir que a infertilidade interfira na alegria de ter encontrado, através de Deus, um parceiro para viver a dois com grande felicidade

Autores: John e Sylvia Van Regenmorter
Traduzido do Stepping Stones Newslleter

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